25 de junho de 2014

Antofagasta - Mão do Deserto e Oceano Pacífico

Seguimos sentido litoral para Antofagasta, uma cidade costeira com grande potencial turístico.

Chegando lá, logo após o almoço rumamos para um dos pontos turísticos mais conhecidos e emblemáticos para os expedicionários que vão ao Atacama: La mano del desierto.



Uma obra do artista Mario Irarrazabal, que marca um ponto no meio do deserto, como que acenando para os aventureiros que passam pelo lugar.



 
 
Depois das muitas fotos que o lugar merece, voltamos para o hotel, de onde o comboio seguiu no dia seguinte para a outra atração da região, La Portada! Um "monumento" natural ao norte de Antofagasta, resultado da ação milenar da água e do vento na rocha à beira do mar.







Depois de apreciar a brisa fria do pacífico acompanhada da devida seçao de fotos, seguimos pela ruta 1 sentido norte onde iniciariamos a subida da serra por Tocopilla até Calama para seguir para San Pedro novamente.

Neste interim, paramos nas ruinas de uma mansao a beira mar e fomos surpreendidos por uma praia de pedras negras recheada de seres marinhos mortos como estrelas do mar, conchas, caravelas e outros. E o que dizer do sinistro cemitério a beira mar onde os tumulos eram todos gradeados como se para os mortos nao fugirem?











A paisagem extraterrestre prosseguiu com uma estrada insólita, com o sombrio pacífico à esquerda e rochas ameaçadoras a direita até finalmente iniciarmos a subida já escurecendo.


Chegamos em San Pedro por volta de 22hs e fomos descansar para o desafio do dia seguinte: O paso Sico.  Aliás, grande desafio. Aguarde a próxima postagem.

San Pedro de Atacama - Gêiseres del Tátio

No terceiro dia em San Pedro do Atacama a programação previa a saída as 4hs da manhã para pegarmos as primeiras erupções dos geisers de El Tátio e a temperatura ao saírmos era de -5ºC, chegando aos aos -11ºC quando chegamos aos impressionantes geisers.












"El Tátio" aparenta ser uma imensa caldeira de um vulcão calmo, mas ativo, onde a lava fervente está a uma distância suficientemente segura, mas ainda ao ponto de mostrar sua força geotérmica através dos jorros periódicos e precisos de água fervente, que nada mais são do que o gelo que se acumula sobre os dutos vulcânicos durante a fria noite a 4200 metros de altitude no lugar, e que derretem ao gradativo surgir da aurora e a consequente aumento da temperatura... com isso, essa água cai e entra em contato direto com a pedra e o magma logo abaixo da superfície, o que causa os impressionantes gêiseres.









Devido ao horário e as condições de frio extremo a que o grupo foi exposto, o restante do dia foi livre para descansar e aproveitar San Pedro. 

Ainda assim, nesta noite, parte do grupo foi até um observatório astronômico para aproveitar um dos céus mais límpidos e altos do mundo.

No próximo post: Antofagasta, La mano del desierto e o oceano pacífico.